No Paraguai com o Demoiselle (I)

Por conta do trabalho, fui parar no Paraguai. Antes que perguntem, pois muitos já perguntaram, não, eu não fui fazer compras (apesar de ter adquirido algumas coisinhas). Outra coisa: também não vi a Larissa Riquelme. Viajei com meu amigo Cleverson Sacramento (ZyC) para compartilhar a nossa experiência no desenvolvimento do Framework Demoiselle com a equipe do Plan Director TICs: uma iniciativa do Governo Paraguaio que visa desenvolver estratégias de utilização das TICs para alcançar o desenvolvimento sustentável a longo prazo no país.

A chegada até lá foi bastante cansativa. Nosso vôo saiu às 3:55 da madruga do dia 16 de janeiro, com destino ao Rio de Janeiro. De lá fomos para Curitiba e por fim Assunção. Chegamos ao nosso destino por volta do meio-dia, hora local. O fuso é de uma hora a menos em relação ao Brasil. Após passar pela imigração e pegar a bagagem, encontramos o nosso motorista. Pela primeira vez na vida tinha uma plaquinha com o meu nome me esperando no aeroporto!

Fomos direto para o hotel e, no caminho, pudemos observar um pouco da cidade. Para uma segunda-feira, achei o trânsito tranquilo. Devo dizer que o meu referencial é o trânsito de Salvador, que é infernal. De infernal, lá, só o calor: 38 graus. Você fica rezando por um ar-condicionado. Quebrado e moído, depois de passar mais de 7 horas entre táxis, aeroportos e aviões, almoçamos no shopping em frente ao hotel e, na volta, tomei um banho e apaguei. À noite, jantamos, novamente no shopping, e aproveitamos para esticar as canelas. Nessa primeira passada percebemos que as possibilidades de gastar dinheiro eram altas!

Na terça-feira, dia 17 de janeiro, começaram nossas atividades de fato. Chegamos às 9 no Complejo Santos, uma antiga fábrica de laticínios transformada em um conjunto de escritórios ou oficinas em espanhol (castelhano). Após as apresentações formais nos reunimos com a equipe responsável pelo desenvolvimento do Framework Estándar para el Gobierno Electrónico. À partir daí, o papo foi técnico: eles nos apresentaram a situação atual, o que estão planejando para o futuro e, então, começamos a conversar sobre arquitetura de software, infra-estrutura de tecnologia, software livre, comunidades e modelos de colaboração. Também conversamos sobre o Demoiselle Process, inspirado em metodologias ágeis, construído para apoiar o desenvolvimento de aplicações com o uso do Framework Demoiselle.

Muitos assuntos discutidos e perspectivas muito boas! Agora era hora de voltar para o hotel, jantar e planejar as atividades do dia seguinte.

Uma nota interessante: na foto acima, perceba os bujões sobre a mesa. Semelhante ao chimarrão dos gaúchos, os paraguaios tem o Tereré. A diferença básica é que o primeiro utiliza água quente e o segundo água gelada. Além da questão cultural, pudemos perceber, alguns dias depois, que o Tereré tem uma função importantíssima no pós-festa. Mas isso é assunto para outra conversa…

Para não ficar um texto muito extenso, vou dividir este post em dois. Para continuar, clique aqui.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s